ESCOLA MONTESSORI

Compreender e respeitar

Escola Montessori

Diferenças entre a Escola Montessori e a Escola Tradicional



Escola Montessori

Escola Tradicional

As classes são agrupadas com até três idades diferentes: 0-3; 3-6; 6-9; 9-12; 12-15. A criança ou adolescente reconhece e respeita as diversidades. É incentivada a cooperação de todos para a integração de cada um. Num ambiente preparado cuidadosamente para atender às necessidades dos alunos e com o professor especializado, que conhece as diferenças individuais, o aprendizado acontece no tempo de cada um.

Os alunos são organizados em classes seriadas e por idade única. Todos devem realizar a mesma tarefa, no mesmo tempo estipulado.

Crianças sentam-se junto a carteiras ou mesas

Crianças escolhem na classe onde querem trabalhar e movem-se mais livremente pelas salas de atividades.

Nas classes agrupadas, o ambiente é organizado por áreas temáticas, e o aluno tem a liberdade de movimentar-se pela sala, em busca de sua atividade/trabalho.
A liberdade de escolha é oferecida à medida que ele amadurece para assumir a sua escolha, respeitando o outro e as regras de convivência. Não existe limites do quanto o aluno possa trabalhar com um material. Já, o trabalho com os módulos, de 5º ao 9º ano, existem prazos pré-estabelecidos para a o início e conclusão. Há biblioteca em sala para pesquisas em diferentes fontes, internet com acompanhamento e orientação. Todas as novas mídias de trabalho podem ser usadas, evidenciando-se a ética e a estética.

Como material de trabalho, quadro para registro do professor e todos devem anotar. Aulas expositivas com poucas oportunidades de debates dos temas estudados. O livro didático é a principal ferramenta.

O professor é um facilitador e um guia para as pesquisas e explorações da criança e do adolescente, somando seus interesses no melhor sobre um tema. O professor não estabelece um limite quando o aluno segue seu interesse. O professor deve atender ao nível de curiosidade de cada um, e sala.

O professor controla a classe. Não existe respeito às diferenças de tempo de aprendizagem, nem atendimento às diferenças de níveis de interesse. O aluno é um ser passivo ao professor; recebe as informações, sem questionar ou criticar.

Antes da idade de 6 anos pode existir períodos de até 2 horas de trabalho ininterruptos num ambiente previamente preparado pelo professor. As lições novas devem ser dadas em subgrupos de até 3 crianças no máximo.
Crianças mais velhas e os adolescentes devem receber lições expositivas de até 30 minutos, para que não percam a concentração. Em seguida, devem acontecer atividades de fixação diversificadas e voltadas para a vida prática.

Aulas ministradas para grandes grupos, mesmo quando os alunos são pequenos.
Aulas expositivas de 45 a 50 minutos, sem tempo para fixação ou para o aluno tirar dúvidas. O trabalho é centrado no professor.

Um certo tempo é alocado para cada atividade, todos os alunos trabalham na mesma atividade ao mesmo tempo.

Ciclo de trabalho ininterrupto, os alunos escolhem onde e por quanto tempo trabalhar em cada atividade.

Todos os tipos de inteligência e estilos de aprendizagem são estimulados: musical, espacial, interpessoal, natural, linguística e lógico-matemática. Esse modelo é baseado na teoria das inteligências múltiplas de Gardner, psicólogo da Harvard University (Universidade localizada em Boston, USA, considerada uma das 5 melhores do mundo). Dra. Maria Montessori anteviu estas inteligências, propondo ambientes enriquecidos com recursos para a aprendizagem.

Espera-se que todos tenham o mesmo desempenho. As
diferenças ficam estabelecidas entre os que conseguem aprender e os que não conseguem aprender, originando turmas classificatórias.

É indispensável a participação efetiva da família, para trocas sobre as capacidades e necessidades do aluno. Reuniões individuais sempre que necessário, momentos coletivos, entrega de relatórios e boletins com a presença do aluno, para discussão do seu desempenho.
Permanente busca de soluções para melhorar o desempenho do aluno.

Em geral, a escola não percebe as diferenças entre os alunos, até pelo grande número de alunos por turma; e os contatos com a família são apenas para apontar problemas e entrega de boletins.

O aluno á avaliado através de uma “planilha de avaliação”, ou seja, é através de anotações e observações que o professor vai acompanhando e registrando o seu desenvolvimento. A comprovação de que o trabalho está fluindo repousa na relação com as atividades escolares e comportamento das crianças/ adolescentes, sua felicidade, maturidade, gentileza, o gosto de aprender, e o nível dos trabalhos. Com alunos mais velhos podem haver testes; os seminários são intensificados, debates, que gerem mais recursos de avaliação do aluno. O aluno se auto avalia, e há avaliação da autonomia na aprendizagem. O aluno vai além das informações trocadas e previamente organizadas, liberando sua criatividade.

O aluno é avaliado apenas por provas e testes. Muitas vezes, por testes únicos, não elaborados pelo professor da turma, classificando-os em bons ou maus, fortes ou fracos.

Ênfase na colaboração

Ênfase na competição

Baseado em aprendizagem por questionamentos

Baseado em padrões de aprendizagem.

Alunos tem a oportunidade de avançar academicamente em seu próprio ritmo de aprendizagem, sem limites.

É esperado que estudantes estejam dentro das normas para a média do seu nível.

Fonte: adaptado do e-Livreto sobre diferenças-chave entre: Escola Montessori & Escola Tradicional. Uma publicação da Meimei.

Colégio Sigma

Preparamos um ambiente harmonioso e favorável à aprendizagem de seu (sua) filho (a), onde este(a) terão espaço para interagir e desenvolver-se de acordo com as suas potencialidades.

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